Casa Tapada dos Moinhos

A Casa Tapada dos Moinhos dispõe de uma sala de estar/receção, com TV, Ar Condicionado e lareira a lenha, cozinha geral, sala de comer, 4 quartos, dois com cama de casal (DOUBLE) e 2 com 2 camas individuais (TWIN), e ainda um apartamento/suite, com Kitchenette, sala de estar, com TV e Ar Condicionado, quarto com cama de casal, WC privativo, roupeiro.
Todos os quartos mencionados dispõem de WC privativo, TV com 28 canais, Ar Condicionado, roupeiro.
No exterior há um espaço rústico com 5000 m2, com piscina de adultos e outra de crianças, com água tratamento a sal, churrasqueira e mesa de pedra, e uma ampla área de estacionamento gratuito.
Tudo isto revestido com bastantes árvores frondosas que conferem ao local um bem estar de sossego e plena entrega à natureza.
É óptimo para a recuperação do cansaço do dia a dia, inerente à vida nas zona urbanas, com grande desgaste diário.

Stay Hotel Évora Centro

Descubra o STAY HOTEL ÉVORA CENTRO e usufrua de todo o conforto e modernidade de um hotel acolhedor, com todas as valências que precisa. Situado na zona histórica, o STAY HOTEL ÉVORA CENTRO é o ponto de partida ideal para explorar a cidade de Évora, herdeira de um rico património monumental e artístico, que lhe permitiu a distinção como Património Cultural da Humanidade, em 1986.

Com 45 quartos amplos e muito confortáveis, os visitantes podem contar com receção disponível 24 horas, ligação Wi-Fi gratuita em toda a unidade, pequeno-almoço buffet entre as 6h30 e as 12h00, o bar JUST DELICIOUS – aberto todos os dias a qualquer hora – e uma zona de lazer com ecrã gigante e jogos recreativos JUST PLAY.

Ao leque junta-se o serviço de aluguer de bicicletas JUST MOVE, criado a pensar nos clientes que pretendem conhecer a cidade de forma saudável e divertida. Para os visitantes em negócios, a unidade dispõe de um Business Corner com iMac à disposição.

Casa de Turismo Rural – Nascente do Côa

O estabelecimento turístico está equipado com 5 quartos, lavandaria, escritório, cozinha, sala de refeições e sala de jantar, entre outras áreas. Os hóspedes poderão, se assim entenderem, confeccionar ali as suas refeições. A casa tem uma área que funciona como Posto de Turismo. Esta casa de turismo promove e organiza visitas turísticas tanto à Serra das Mesas, a localidades históricas do concelho como é o caso de Sortelha e outras muralhadas que se localizam neste Município.

Casa da Ponte do Arrocho

“Esta casa mora à espera.
À vossa espera.
Porque é casa de acolher.
É casa de acolher-vos. E de guardar-vos bem.
Se é casa de guardar, não é, portanto, uma casa qualquer.
É a Casa da Ponte do Arrocho, uma casa cheia!
Cheia, sim!
Cheia de sinais, de histórias, de lugares, de memórias.
Cheia de vida! De vida longa, marcada em cada objecto que a completa.
E espera-vos assim, aqui, aberta e confiada,
como quem se entrega àqueles de quem já gosta.
Espera-vos assim: simples e serena,
como quem abriga e protege aqueles que nela se aninham.
Espera-vos assim: antiga,
como quem acompanha devagarinho aqueles que a visitam.
Espera-vos assim: viva e alegre,
como quem se encanta por receber aqueles por quem ansiava!
Esta é a Casa da Ponte do Arrocho e espera-vos!
Para passar convosco momentos deliciosos e inesquecíveis.
Aqui, nesta Loriga onde o tempo passeia, de mão dada com o rio.
A casa mora assim, aqui, à vossa espera.
Aproveitem a sua companhia.
E, já agora, mimem-na!
Como quem estima preciosidades.”

Casa Cerro da Correia

A casa foi construída em 1953 pelos nossos avós, José Maria Direito e Elvira Direito, como casa de férias.

Localizada a 900 metros de altitude a casa tem 4 quartos, cozinha equipada, 2 salas e 2 casas de banho. No exterior há um pátio, para refeições ao ar livre, e os jardins que se prolongam até ao pinhal onde pode descansar, fazer caminhadas ou piqueniques.

A ligação da Casa Cerro da Correia à natureza também se faz através de de um jovem pomar e de uma horta com produtos típicos da agricultura de montanha.

A nossa vista é real | A Estrela brilha todo o ano

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Oceanário de Lisboa

O Oceanário de Lisboa é um aquário público de referência em Lisboa, em Portugal e internacionalmente. O equipamento recebe anualmente cerca de 1 milhão de pessoas, que percorrem as suas exposições, tornando-o no equipamento cultural mais visitado de Portugal.

A excelência das exposições, aliadas ao simbolismo da arquitetura dos edifícios, faz do Oceanário um local único e inesquecível. O equipamento integra dois edifícios, o original dos Oceanos e o novo edifício do Mar, conetados por um enorme átrio decorado com um magnífico painel de 55 mil azulejos, que oferece acesso às exposições e à área educativa.

Assumindo a tendência evolutiva dos aquários modernos, o Oceanário desenvolve continuamente, atividades educativas que dão a conhecer os oceanos, os seus habitantes, a sua missão e que abordam os desafios ambientais da atualidade. Ainda neste contexto, o Oceanário colabora com várias instituições em projetos de investigação científica, de conservação da biodiversidade marinha e que promovam o desenvolvimento sustentável dos oceanos. A experiência técnico-científica da equipa de biólogos e de engenheiros assegura a excelência da exposição e presta consultoria a vários

Palácio Nacional de Mafra

D. João V jurou erguer o monumento caso obtivesse sucessão do seu casamento com a rainha D. Maria Ana de Áustria, o que acabou por se tornar realidade em 1711, ano do nascimento da princesa Maria Bárbara.

Projetada pelo alemão Johann Friedrich Ludwig, de escola italiana, a construção da obra central do reinado de D. João V iniciou-se a 17 de novembro de 1717 e por ela passou a mão-de-obra de 52 mil trabalhadores. A sagração da Basílica deu-se a 22 de outubro de 1730, embora as obras se tenham prolongado até meados de 1737, dando lugar a um imponente Palácio. Inicialmente esboçado como um Convento para apenas 13 frades, o monumento acabou por se tornar num imenso edifício com todas as dependências e pertences necessários à vida quotidiana tanto da corte como de 300 frades da Ordem de S. Francisco.

A vida de corte do Magnânimo em Mafra acabou, contudo, por ser reduzida. O rei adoeceu com gravidade em 1742 e viria a falecer em 1750, assistindo-se a uma série de diferentes vivências no monumento ao longo do período monárquico. D. Maria I abriu-o às celebrações religiosas. O seu sucessor, D. João VI, instalou a corte no Palácio-Convento entre 1806 e 1807 – ano em que partiu para o exílio no Brasil após as Invasões de Napoleão Bonaparte. Em dezembro de 1807, as tropas francesas ocuparam o Palácio, sendo alguns meses depois substituídas por uma pequena fração do exército inglês que aqui permaneceu até março de 1828. Após o conturbado período das Lutas Liberais, o Palácio de Mafra tornou-se lugar de escape e tranquilidade para as famílias reais, de D. Maria II a D. Manuel II. E foi mesmo no torreão sul que o último rei de Portugal passou a sua derradeira noite em solo pátrio, de 4 para 5 de outubro de 1910, antes de partir para o exílio, aquando da Instauração da República.

Ainda durante 1910, em plena emergência do novo regime, o Palácio-Convento é classificado como Monumento Nacional, num emblemático reconhecimento da sua importância histórico. É uma homenagem e distinção que valoriza todos os seus espaços conventuais mais significativos: o Campo Santo e a Enfermaria, para além da Sala Elíptica ou do Capítulo, a Sala dos Atos Literários (Exames), a Escadaria e o Refeitório, estes últimos hoje pertencentes à Escola das Armas.

Acrescentos posteriores vieram enriquecer o monumento com obras de arte e a criação de outras dependências, como foi o caso da notável biblioteca conventual. O Palácio Nacional de Mafra possui uma das mais importantes bibliotecas portuguesas, com um valioso acervo de aproximadamente 36 mil volumes. Um verdadeiro repositório de conhecimento e obras-primas.

Para além disso, os dois carrilhões com um total de 98 sinos constituem o maior conjunto sineiro do século XVIII, a que se juntam os seis magistrais órgãos instalados na Basílica, palco de sublimes e inspiradores concertos.

Mosteiro da Batalha

Este excecional conjunto arquitetónico resultou do cumprimento de uma promessa feita pelo rei D. João I, em agradecimento pela vitória em Aljubarrota, batalha travada em 14 de agosto de 1385, que lhe assegurou o trono e garantiu a independência de Portugal.

As obras prolongaram-se por mais de 150 anos, através de várias fases de construção. Esta duração justifica a existência, nas suas propostas artísticas, de soluções góticas (predominantes) manuelinas e um breve apontamento renascentista. Vários acrescentos foram introduzidos no projeto inicial, resultando um vasto conjunto monástico que atualmente apresenta uma igreja, dois claustros com dependências anexas e dois panteões reais, a Capela do Fundador e as Capelas Imperfeitas.

D. João I doou-o à ordem de S. Domingos, doação a que não foram alheios os bons ofícios do Doutor João das Regras, chanceler do reino, e de Frei Lourenço Lampreia, confessor do monarca.

Na posse dos dominicanos até à extinção das ordens religiosas em 1834, o monumento foi depois incorporado na Fazenda Pública, estando hoje na dependência da Direção-Geral do Património Cultural (DGPC), assumindo-se como um espaço cultural, turístico e devocional.

Monumento nacional, integra a Lista do Património da Humanidade definida pela UNESCO, desde 1983.

Restaurante Cova da Loba

Espaço requintado, a combinar o rústico com o contemporâneo, onde se serve comida regional elaborada na perfeição. Delicie-se com os produtos locais e da época.

Praia do Barril, a pitoresca e tranquila praia de Tavira

A Praia do Barril, Tavira

A Praia do Barril faz parte do Parque Natural da Ria Formosa e pertence ao sistema de ilhas denominadas ilha-barreira.

A longa extensão de areia fina e branca da Praia do Barril prolonga-se para nordeste até à Praia da Ilha de Tavira e para sudoeste até à praia nudista.

Praia do Barril

Praia do Barril

A Praia do Barril é desde 1987 praia de Bandeira Azul. Distingue-se pela beleza natural e águas tranquilas, pela limpeza, pela qualidade da água e das infraestruturas de apoio (serviços de limpeza, de segurança e de informação aos utentes) que a transformam numa das melhores praias do país.

A antiga comunidade de pesca de atum

Na proximidade da Praia do Barril, erguia-se em tempos passados, uma pequena aldeia de pescadores. A antiga comunidade piscatória albergou até aos anos 60, época em que foi abandonada, cerca de 80 famílias, durante a época da pesca do atum.

Fotos de PhotoArch

As pequenas casas foram restauradas e algumas foram convertidas em restaurantes e outras estruturas de apoio à praia.

O Cemitério das Âncoras

Erguido ao longo dos anos, tal e qual um memorial dramático do declínio da frota pesqueira local, encontramos o comummente designado cemitério das Âncoras.

São dezenas de antigas âncoras dos barcos de pesca que foram alinhadas ao longo das dunas, no limite da praia. O ambiente teatral criado transporta quem visita para o passado, levando-nos a fantasiar sobre o que por ali terá acontecido.

Cemitério das Âncoras - Praia do Barril

Cemitério das Âncoras – Praia do Barril

As âncoras foram também utilizadas para manter as redes de pesca em posição, formando enormes labirintos subaquáticos, que funcionavam como um funil encaminhando os atuns para as redes de captura.

O Cemitério das Âncoras, conjuntamente com o Comboio, conferem à Praia do Barril como que uma personalidade característica e única entre as praias portuguesas.

O Comboio – Pouca Terra, Pouca Terra, U-uuu!

Sim… é verdade… Pode chegar à Praia do Barril indo a pé ou utilizando o comboio.

A ligar a Praia do Barril ao continente existe uma pequena ferrovia, dantes utilizada pelos pescadores para o transporte de mercadorias entre a comunidade e a estrada principal.

Esta ferrovia foi convertida, e além de ser um meio de acesso à praia, é também uma atração turística bastante popular.

Comboio da Praia do Barril

Comboio da Praia do Barril

Proporciona aos visitantes uma experiência engraçada e simultaneamente facilita a vida a quem tem mais dificuldades de mobilidade. O bilhete de ida e volta tem um custo de cerca €2.00.

A viagem é de apenas 1km. Se preferir ir a pé o trajeto é um pouco mais agreste, mas em compensação pode melhor observar a grande variedade de espécies animais e vegetais.

Percurso Pedestre Trilho da Praia do Barril

O Trilho do Barril é composto por 6 Estações de Observação. O percurso de cerca de 2 kms, permite a observação de diferentes habitats e de espécies de fauna e flora que são parte integrante da zona húmida do Parque Natural da Ria Formosa.

Fauna e Flora

Na travessia do sapal, e durante a baixa-mar, pode observar uma espécie de caranguejo, a Boca Cava-Terra (Uca tangeri), assim como algumas aves aquáticas, tal como o Perna-longa (Himantopus himantopus).

Ao longo do sistema dunar podemos encontrar espécies de vegetação como a Aetheorhiza bulbosa, a Ammophila arenaria (estorno), a Anagallis monelli, a Armeria pungens (Armeria) e a Eryngium maritimum (cardo marítimo).

Alojamento e Restauração

Existem alguns restaurantes perto da Praia do Barril. O peixe fresco é rei por estas bandas, a par do bacalhau.

Restauração na Praia do Barril

Restauração na Praia do Barril

Existem também várias opções de alojamento nas proximidades da praia. Em Tavira ou em Cabanas de Tavira.