Volvo Ocean Race Lisboa 2017

Dia 5 de novembro de 2017 na Doca de Pedrouços em Lisboa

Volvo Ocean Race Lisboa 2017. No percurso de circum-navegação desta competição, Lisboa vai receber os melhores velejadores do mundo e as mais experientes tripulações internacionais.

A localização geográfica única da capital portuguesa, enquanto porta de comunicação entre a Europa e o Atlântico, a sua vocação marítima e as suas condições naturais para prática de desportos náuticos, foram alguns dos fatores diferenciadores de Lisboa que conquistaram a organização da Volvo Ocean Race.

Volvo Ocean Race Lisboa, 3ª edição

Lisboa recebe a Volvo Ocean Race Lisboa pela terceira edição consecutiva.

Este ano falamos numa etapa de 7.000 nm, a partir de Lisboa, com início a 5 de novembro, em direção à Cidade do Cabo, na ponta sul do poderoso continente africano.

É uma corrida clássica do norte ao sul do Atlântico, passando por várias zonas climáticas.

Volvo Ocean Race Lisboa 2017

Com início a 11 de outubro de 2017 em Alicante (Espanha), a regata de circum-navegação Volvo Ocean Race termina a 30 de junho de 2018 em Haia (Holanda), passando por Lisboa, Cidade do Cabo, Melbourne, Hong Kong, Guangzhou, Auckland, Itajaí, Newport, Cardiff e Gotemburgo.

Desde 2016 o Volvo Ocean Race Boatyard está albergado na cidade. Trata-se de uma instalação permanente onde nossa equipa de especialistas em construção de barcos trabalha a tempo inteiro para preparar a frota para a edição 2017-18.

Pode visitar as instalações do Boatyard no Race Village. É um olhar fascinante sobre todo o trabalho que dá colocar os barcos prontos para a corrida.

 

Dornes e a simplicidade da Península do Zêzere

Dornes está implantada num braço de terra que avança pelo rio Zêzere, cercado de água por todos lados, exceto um, que liga a terra ao concelho de Ferreira do Zêzere.

Localizada a apenas 10 km de Ferreira do Zêzere, numa agradável enseada da albufeira do Castelo do Bode, a pequena vila de Dornes é uma das mais pitorescas do centro de Portugal. Com paisagens fabulosas, tendo o Rio Zêzere como pano de fundo, a simplicidade e calma são os atributos desta freguesia apelidada de aldeia.

Património de Dornes

Torre Pentagonal – Edificada sobre umas antigas ruína Romanas, por D.Gualdim Paes Mestre Cavaleiro da Ordem dos Templários. Feita de Xisto, com 20 metros de altura.

Torre Pentagonal de Dornes

Torre Pentagonal de Dornes

A Igreja Matriz de Dornes ou Santuário de  Nossa Senhora do Pranto, é um dos Monumento de Interesse Nacional. Com Talha Dourada, e totalmente revestida a azulejo do Sec XV e XVII, conta ainda com um Órgão Ibérico do sec. XVIII, onde se realizam concertos com organistas nacionais e estrangeiros.

Alojamento em Dornes

Dornes é uma localidade portuguesa do concelho de Ferreira do Zêzere, com 21,91 km² de área e 594 habitantes. Tendo em conta estes valores a oferta turística não é extensa, no entanto é de qualidade. Um dos locais é a Casa da Inveja.

“Casa Rústica do final do Sec.XIX situada em Dornes, de ambiente simples e acolhedor fazem da Casa da Inveja cenário ideal para um fim de semana ou dias de férias repousantes Longe do bulício da cidade”. (Casa da Inveja)

 

Grande Rota do Zêzere

“Ao longo de 370 Km, a GRZ- Grande Rota do Zêzere, acompanha o Rio Zêzere desde a nascente, na Serra da Estrela, até à foz, em Constância, onde encontra o Rio Tejo. Projetado para ser multidisciplinar, o percurso pode ser feito a pé, de bicicleta ou de canoa, de forma contínua e encadeada, por troços ou mesmo em circuitos multimodais”. (Aldeias de Xisto)

 

 

Rio de Onor – A aldeia guardada no Montesinho

O Parque Natural de Montesinho (PNM) situa-se no Alto Nordeste transmontano, abarca os concelhos de Bragança e Vinhais, e faz fronteira nas restantes vertentes com Espanha. E é ao concelho de Bragança que pertence Rio de Onor, a aldeia maravilha em área protegida.

Falamos-lhe de uma pequena aldeia de excelência rodeada de montanhas e vales com caraterísticas únicas, casas pequenas de xisto e telhados de lousa. Em Rio de Onor as suas gentes utilizam um dialeto próprio (o rionorês), para preservação das memórias e suas tradições.

Esta aldeia transmontana tem uma aldeia homónima,  Rihonor de Castilla, mesmo do lado espanhol. As populações de ambos os lados vivem essencialmente da agricultura e da pastorícia, onde o sistema comunitário de base ainda se mantém nalguns aspetos do quotidiano.

Onde ficar em Rio de Onor?

Aldeia bastante turística, aqui encontrará pontos turísticos fantásticos e singulares, como o Parque de Campismo Rural de Rio de Onor, local para dormitar.

Com comentários a roçarem o excecional , a Casa da Portela em Rio de Onor é uma casa típica, que  mantém a traça original mas que no interior é apetrechada de novos e sofisticados equipamentos. De muito bom gosto, e com linhas simples aqui poderá passar uns dias com calma, e relaxar com todo o conforto da sua casa.

Área comum da Casa da Portela - Rio de Onor

Área comum da Casa da Portela – Rio de Onor

Outra possibilidade é o Montesinho Turismo está situado numa pequena aldeia no interior do parque natural, a 16Km de Rio de Onor. O alojamento é composto por 6 casas diferentes, algumas localizadas no centro de Gimonde e outras na Quinta das Covas. As acomodações foram totalmente renovadas em estilo contemporâneo, tendo sido mantido o caráter e a atmosfera originais. Estas casas tem uma mais valia que é o preço-qualidade, bastante acessível e com uma qualidade muito satisfatória. A visitar…

O Que fazer?

Pode ser praticada uma variedade de atividades nesta região, tais como observação de aves, observação de fauna, pesca e caminhadas. Com o aluguer de bicicletas poderá ainda conhecer trilhos encantados e pouco conhecidos.

A cerca de 30 minutos de carro do Lago de Sanábria Natural, este é um local que poderá visitar na nossa vizinha Espanha, ou então aproveitar para ir até à capital de distrito, Bragança. Encontrará por terras do nordeste transmontano vários motivos para se apaixonar…

Gastronomia

A gastronomia de Bragança destaca-se pela origem dos ingredientes e pela qualidade dos produtos. Cozinha de confeção relativamente simples, damos-lhe o exemplo da saborosa posta de vitela mirandesa (temperada com sal e colocada nas brasas) é um pitéu de salivar por mais.

Os pratos de caça confecionam-se de maneira tradicional, de onde saem aromáticos estufados paladares únicos e muito típicos.
Na mesa transmontana nunca faltam os enchidos como as alheiras, chouriças, salpicões, presuntos, chouriços e do mel.

Uma maravilha chamada Castro Laboreiro

Pertencente ao Parque nacional da Peneda-Gerês, Castro Laboreiro é um local de importância em Portugal, quer pela sua história, tradições e pelos costumes.

Uma das 7 Maravilhas Naturais de Portugal (eleita em 2010), este local é reconhecido pela raça do cão tipicamente português com o mesmo nome da aldeia. Contudo, este local remoto é ainda referenciado pela natureza, graças à Reserva do lobo ibérico e refúgio dos cavalos garranos que tanto atrai os turistas.

Local de passagem obrigatória a quando de uma visita ao Gerês, Castro Laboreiro é sitio de regresso às origens e de desfrute do melhor que a natureza e vida selvagem em Portugal tem para lhe presentear.

Situada a noroeste do território nacional, mesmo no término do distrito de Viana do Castelo, no concelho de Melgaço, Castro Laboreiro ergue-se em plena serra da Peneda, local invernoso e acidentado.

Castro Laboreiro - Panorâmica

Castro Laboreiro – Foto de Pedro Carvalho

Toda a aldeia tem aspetos bastante marcantes de religião, havendo capelas em muitos lugares da freguesia, a Igreja Matriz, o Pelourinho, datado do século XVI, igrejas medievais, os fornos comunitários, os espigueiros e os moinhos, testemunhos da cultura castreja (cultura associada ao séc. VI a.c. e com predominância no noroeste de Península Ibérica).

Dedicados ao pastoreio e ao gado, têm ainda na raça de cão Castro Laboreiro mais uma manifestação dessa forma de vida, património dessa cultura. O facto das condições climáticas serem adversas fez com que a produção e desenvolvimento desta aldeia diminuíssem, e consecutivamente a sua população também.

Atividades em Castro Laboreiro

Canyoning em Castro Laboreiro

Canyoning em Castro Laboreiro – Foto de Jeff Souville

Em família, a dois ou com um grupo de amigos, a oportunidade de desfrutar de atividades radicais mas em segurança, é o que Castro Laboreiro tem para si. Através da empresa Montes de Laboreiro, conseguirá apreciar o património natural da região, divertir-se e quebrar a monotonia. Os preços variam e as atividades também, portanto não perca a oportunidade de se regalar com atividades tão únicas como as que lhe são oferecidas.

Outrora abordamos a beleza natural do Gerês, onde igualmente enumeramos locais de repasto e de estada. Nunca são demais relembrar para que ao planear a sua visita possa ter uma opção de escolha bem mais variada.

Relativamente à oferta gastronómica, “os pratos típicos incluem carne de cabrito, bifes de presunto, enchidos, broa de centeio e broa milha. Há ainda dois doces típicos: o bucho doce e a sopa seca de pão duro”.  (Aldeias de Portugal)

Monsaraz: tradição entre a natureza

Mas locais com uma localização privilegiada como a de Monsaraz são poucos.

Situada no topo da colina e com vista sobre o Alqueva e sobre a fronteira com Espanha, esta aldeia tornou-se altamente cobiçada e com um crescente interesse turístico.

História e Património

Em 1167, a aldeia pertencente ao concelho de Reguengos de Monsaraz, foi conquistada aos mouros. Após reconquista definitiva, em 1232, D. Sancho II doou a região à Ordem do Templo (aos Templários), para defesa e repovoamento.

Do património realçam-se as fortificações, a Igreja Matriz, construída no séc. XVI, o Castelo de Monsaraz, a Casa da Inquisição (umas das únicas no país) e o Pelourinho.

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Monsaraz, Portugal

Monsaraz tem mais de 150 monumentos megalíticos, e as suas fortificações estão classificadas como Monumento Nacional desde 1946. A aldeia possui  influências romanas, visigóticas, árabes, judaicas e cristãs.

Monsaraz  virou as “costas” ao tempo e deixou-se ficar intemporalmente magnífica, quase perfeita. As muralhas que circundam a vila guardam uma povoação acolhedora (como todos os alentejanos), onde a luz ilumina os tradicionais lares destas gentes. Descobrir Monsaraz é viajar no tempo e conhecer mais da sua história.

Aldeia Pitoresca

Pequena e pitoresca, Monsaraz confunde-se nas cores. Cercada bem lá no alto por planícies castanhas esverdeadas, a sua muralha circundante faz parecer uma aldeia mais forte e imponente. Ao subir às suas muralhas irá deslumbrar-se com a infinita mancha azul do Alqueva.

Onde dormir

De aspeto rústico e cuidado, também as dormidas por cá são acolhedoras e bonitas. No centro da aldeia e muito próximo do Castelo de Monsaraz tem o Turismo de habitação Dom Nuno. Casa tipicamente alentejana, com os ornamentos interiores muito alentejanos, dispõe de um espaço exterior reconfortante e com uma vista deliciosa sobre as planícies. De fazer sonhar qualquer um!

Se preferir um local fora do centro da aldeia, poderá optar pelo turismo em espaço rural Bio-Oásis de Monsaraz. Assim contemplará o castelo e aldeia de Monsaraz a qualquer momento. Local calmo e aprazível, fará com que descanse e aproveite a calma alentejana.

Flickr https://www.flickr.com/photos/plugman/4540395786/in/photolist-7VdHtY-7VdFx3-7VakSZ-7VpowF-7VavfM-7VdzhU-aiBiDW-7Vq6Fe-7X26Eh-7VaiMM-7VthGA-9XtAH8-7VswRC-7Vq4Un-7Vpo2Z-oJyJd1-n6Rkeu-n6PxiT-8xgXGK-8xgXkX-6eubd8-aYuMY4-aYuLNp-aYuMjn-aYuHrg-aYuNNp-aYuKRt-aYuPXi-aYuHBc-aYuH6P-aYuHQM-aYuPac-aYuLfi-aYuPrZ-aYuM5X-aYuJY6-aYuMvV-aYuJvR-aYuNvB-aYuJJv-aYuMKB-aYuKog-aYuJhR-aYuKAB-aYuLwH-aYuNhc-aYuGQB-aYuPFV-aYuRCp-aYuKbP

Praia Fluvial

Esta é a primeira praia do grande lago Alqueva, um dos maiores lagos artificiais da Europa. “Mais três mil metros quadrados de areia e mais 380 lugares de estacionamento.” (Evasões)

Aqui os veraneantes têm uma estrutura flutuante (uma piscina de 100 metros quadrados), com zona para crianças, adultos e solário. Garantidos estão também os nadadores salvadores, posto médico, duches, chuveiro duplo com lava-pés e rampas de acesso à água para utilizadores com dificuldades de mobilidade.

Os visitantes têm à disposição um bar e restaurante, assim como um parque infantil, zona de merendas e rampa para acesso dos barcos à água.

A praia, que detém as classificações de Praia Acessível e de Praia Saudável, conquistou também a bandeira azul atribuída pela Associação Bandeira Azul da Europa.

Aldeias Maravilhas de Portugal

Uma forma sublime de mostrar o nosso país que tanto tem para oferecer  é através de iniciativas como as “7 Maravilhas de Portugal- Aldeias”.

O projeto 7 Maravilhas de Portugal® – Aldeias  teve o apoio institucional do Gabinete do Ministro Adjunto, da Secretaria de Estado do Turismo, do Turismo de Portugal, da UMVI – Unidade de Missão para a Valorização do Interior, do ICNF – Instituto da Conservação da Natureza e Florestas, da Federação Minha Terra, e da Associação Portugal Genial. Iniciativa muito bem conduzida que tem levado até aos portugueses locais lindíssimos e que assim os promovem de forma bastante criativa.

Das 49 aldeias pré-finalistas apenas sete foram à final. Divididas em sete categorias, as aldeias poderiam ser de “mar”, “Aldeias Rurais”, Aldeias Ribeirinhas”, “Aldeias Monumento”, “Aldeias Remotas”, “Aldeias Autênticas” e “Aldeias em Áreas Protegias”.

Aldeias de Mar

Na categoria Aldeias de Mar, estavam selecionadas: Azenhas do Mar (Sintra), Costa Nova (Ílhavo), Ferragudo (Lagoa), Porto Covo (Sines), Porto Moniz (Madeira), Zambujeira do Mar (Odemira), e a grande vencedora Fajã dos Cubres, nos Açores.

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Fajãs de Cubres

Aldeias Rurais

Sistelo em Arcos de Valdevez, Paderne em Albufeira, Manhouce em São Pedro do Sul, Faial na Madeira, Casal de São Simão em Figueiró dos Vinhos, Cachopo em Tavira e Alegrete em Portalegre foram as concorrentes à categoria rurais, tendo sido eleita em pleno Gerês a aldeia de Sistelo.

Aldeias Ribeirinhas

No Alentejo foram selecionadas três aldeias: Mourão, Escaroupim e Santa Clara-a-Velha. Houve também duas aldeias açorianas, Sete Cidades e as Furnas. Depois temos uma a norte, em Montalegre (Vilarinho de Negrões) e uma ao centro Portugal. Esta última, Dornes em Ferreira do Zêzere foi a vencedora da categoria.

Aldeias Remotas

O plano de fundo para esta iniciativa foi o Piódão, Aldeia Histórica e de Xisto, um exemplo único de conservação e beleza. Por algumas destas características o Piódão foi a grande eleita na grupo das aldeias remotas. As concorrentes eram três no centro de Portugal, nomeadamente Aldeia da Pena, Gondramaz, e claro o Piódão. No concelho de Melgaço estavam duas aldeias selecionadas, a de Castro Laboreiro e a de Branda da Aveleira. A restantes pertenciam ao arquipélago da Madeira (Curral das Freiras) e ao dos Açores (Fajã de São João).

Piodão

Aldeias Autênticas

Portugal é um país autêntico, e as suas aldeias não ficam atrás. Prova disso são as finalistas das aldeias autênticas, em que a vencedora acabou por ser a Castelo Rodrigo, no distrito de Guarda. Contudo as aldeias seleccionadas foram: Aldeia do Xisto de Cerdeira (Lousã), Alte em Loulé, Biscoitos nos Açores, Castelo Rodrigo (Figueira de Castelo Rodrigo), Fontão de Loriga (Seia), Montesinho em Bragança e Podence em Macedo de Cavaleiros.

Aldeias Monumento

Monumentos a céu aberto são os locais portugueses e as concorrentes a esta categoria: Almeida (Almeida), Estoi (Faro), Evoramonte (Estremoz), Idanha-a-Velha  e Monsanto (Idanha-a-Nova), Monsaraz em Reguengos de Monsaraz e por fim Sortelha, no Sabugal. A grande finalista foi Monsaraz.

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Monsaraz

Aldeias em Áreas Protegidas

Aldeia das Salinas de Fonte da Bica (Rio Maior), Bordeira em Aljezur, Chão da Ribeira na Madeira, Lindoso em Ponte da Barca, Penedo (Sintra), Rio de Onor em Bragança, e por fim São Lourenço nos Açores. A vencedora desta categoria foi a pitoresca aldeia de Rio de Onor em Bragança.

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Rio de Onor, Bragança

Ilha da Madeira, o jardim do Atlântico

Em 2016 e, pela segunda vez, a Ilha da Madeira venceu o galardão Mundial da World Travel Awards, tornando-se assim o Melhor Destino Insular de 2016, de todo o Mundo.

O arquipélago prima por um clima muito próprio, devido à proximidade de Casablanca (Marrocos), por causa dos 978 km de distância a sudoeste de Lisboa, dos cerca de 700 km a oeste da costa africana, e 450 km a norte das Ilhas Canárias.

 

Vegetação característica da Madeira - Foto de Andrei Dimofte

Vegetação característica da Madeira – Foto de Andrei Dimofte

Para além da faustosa beleza das ilhas existe uma mão cheia de boas razões para visitar a Madeira. Quer pelas praias relaxantes de Porto Santo, para uma visita à Laurissilva (nome dado a um tipo de floresta húmida subtropical, tipica da Macaronésia – região formada pelos arquipélagos da Madeira, Açores, Canárias e Cabo Verde), ou até pela fantástica hotelaria do Funchal.

Foto de Andrei Dimofte -Flickr

Reconhecida pela monumental demonstração de pirotecnia frequente pela passagem de ano, o fogo de artifício é um dos maiores espetáculos do mundo, também já candidato ao Guinness. Outro dos motivos é o nativo madeirense Cristiano Ronaldo. Natural do arquipélago, o melhor jogador do mundo tem na Madeira um aeroporto em seu nome, uma estátua e um museu com todos os troféus ganhos por ele, sendo um motivo mais que suficiente para se deslocar até à Madeira para ficar a conhecer um pouco mais sobre as origens deste jogador.

As romarias como a festa da flor ou a gastronomia madeirense são outros ex-libris desta região. Atraem por ano milhares de visitantes para festejos e provas gastronómicas de elevada qualidade. De salientar que durante o mês de setembro de 2017 decorre a Festa do vinho da Madeira. Tem aqui a oportunidade de degustar uma das iguarias madeirenses.

Para quem procura um lado mais radical nas suas viagens, por aqui as escolhas são variadas e passam pelas modalidades náuticas, terrestres e aéreas. Mas para os amantes do mar, aqui encontrará as condições fantásticas para a prática de snorkeling, mergulho, vela, surf, windsurf e pesca desportiva.

A nível náutico a ilha não lhe reserva apenas isto, poderá apreciar um tranquilo passeio de barco, ao longo da costa,  onde poderá observar os golfinhos, as baleias e todas as espécies que habitam o mar madeirense.