Red Bull Air Race 2017, de Volta ao Porto / Gaia

As margens do Douro vão transformar-se num autêntico anfiteatro capaz de proporcionar aos pilotos e ao público uma experiência única. Do ponto de vista desportivo, nenhum dos pilotos atualmente no ativo venceu a etapa portuguesa, um troféu que promete ser altamente disputado.

Portugal e  o Porto são o 6.º destino da Red Bull Air Race 2017

A Red Bull Air Race criou ao longo de três anos uma relação muito especial com o público, que aderiu massivamente e transformou a corrida no mais participado evento desportivo organizado no nosso país, com um milhão de espectadores.

 

Estamos muito animados com o regresso da Red Bull Air Race a Portugal, que é uma das etapas preferidas do público e dos pilotos. Este ano o calendário vai evoluir de sucesso em sucesso, com cada etapa a adquirir um significado especial, seja pelo histórico do desporto ou por se tratar de uma estreia num cenário único. Estamos especialmente orgulhosos por trazer de volta ao rio Douro esta corrida de alta velocidade a baixa altitude e estou certo que cada piloto e cada equipa tudo farão para ser coroados no Porto perante os aplausos de milhares de fãs.

Diretor Geral da Red Bull Air Race GmbH, Erich Wolf

 

Red Bull Air Race é um evento consensual e transversal…

Para o Presidente da Câmara Municipal do Porto, Dr. Rui Moreira, “a Red Bull Air Race é um evento consensual e transversal que toca públicos muito diversificados. É, por isso, uma grande conquista para a cidade voltar a receber em festa esta prova que traz um enorme retorno económico direto à cidade, à região e a Portugal. Do ponto de vista político é também muito significativo que tenha sido possível voltar a encontrar consensos entre os promotores, as autarquias, a Entidade de Turismo Porto e Norte de Portugal, o Turismo de Portugal e a CCDRN que a tornam, não apenas possível mas sobretudo sustentável”.

Centralidade mundial através de um espetacular evento internacional

Já o Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia, Dr. Eduardo Vítor Rodrigues, considera que “a Red Bull Air Race traz a Vila Nova de Gaia e ao Porto a centralidade mundial através de um espetacular evento internacional. O cenário único do Douro e das suas margens, vividas por gente genuína e apaixonada, acrescenta-lhe a magia desta região”.

Potencialidade turística de um destino

Dr. Melchior Moreira, Presidente do Turismo do Porto e Norte de Portugal, acrescenta que “os números estão aí para confirmar a potencialidade turística de um destino: quase 7 milhões de dormidas no final de 2016 e a importância cada vez mais crescente deste setor para a economia nacional. Nem questiono a importância que os grandes eventos internacionais assumem nestes resultados.

Red Bull Air Race 2017 (Foto da Edição de 2008)

Red Bull Air Race 2017 (Foto da Edição de 2008) (Felipe Ortega)

Somos hoje reconhecidamente um palco de grandes eventos internacionais que nos trazem um retorno imensurável. Ter no nosso território a Red Bull Air Race é a garantia de uma excelente promoção turística que vai muito além dos milhares de espetadores que se esperam nas margens do Porto e de Vila Nova de Gaia: são as imagens que serão difundidas pelo mundo, as impressões que os visitantes vão levar, a dinâmica da qual todo o destino acabará por usufruir, a certeza que quem nos vai visitar agora vai querer voltar noutra altura do ano, a atividade turística que se estenderá muito para lá dos dois municípios envolvidos… este é o trabalho do Turismo do Porto e Norte de Portugal”.

Chocalhos 2017 – Festival dos Caminhos da Transumância

O Chocalhos 2017 – Festival dos Caminhos da Transumância celebra-se em Alpedrinha no terceiro fim-de-semana do mês de setembro. À semelhança das outras edições, o evento procura recordar a passagem dos rebanhos serranos pelas ruas desta vila situada no sopé da Gardunha até aos Campos de Ourique e mais recentemente até às Campinas da Idanha.

A Estremadura (Espanha) é convidada nos Chocalhos 2017

Em 2017 a Estremadura (Espanha) será aliada nestes três dias que enchem as ruas e o ambiente se inunda de memórias.

O Festival inaugura-se no dia 15 de setembro com uma experiência culinária. O Alcaide de Casar de Cáceres irá partilhar com Presidente do Município do Fundão a confeção de migas, uma iguaria que fará as delícias de todos durante o evento.

Explorar a Estremadura traduz-se numa viagem ao âmago da antiga Espanha, desde as mais ancestrais ruínas romanas do país até às misteriosas cidades medievais e às aldeias por onde há marcas do tempo que passou.

As aldeias extremenhas possuem um charme intemporal e intocável, desde as colinas remotas do Norte até à sagrada oriental Guadalupe e à inigualável sedução de Zafra no cume do Sul de Andaluzia.

Esta é uma região com uma diversidade paisagística, demográfica e cultural única. A imensidão do azul dos céus contrasta com extensões imensas de terra escassamente povoada, com casas de campo isoladas e castelos em ruínas que há anos coabitam com a paisagem. Numa perspetiva completamente oposta, temos a sofisticação citadina de Mérida e Cáceres e as serras pintadas de verde enfeitam quase todas as margens desta Região de Espanha.

Na sua gastronomia têm como principais atrativos o cremoso queijo Torta Del Casar, as carnes assadas, o Picante e o Presunto Monesterio.

Nesta edição do Chocalhos, teremos oportunidade de provar cada uma destas iguarias, juntamente com tantas outras e conhecer de perto os seus produtos autóctones e as suas tradições culturais. Em palco e nas calçadas de Alpedrinha soarão vozes e instrumentos estremenhos e haverá um intercâmbio de sonoridades e partilha de histórias.

Programa Chocalhos 2017

No programa desta edição o destaque vai para a animação de rua, com vários grupos locais e nacionais a percorrerem as ruas de Alpedrinha e para as atividades do Terreiro de Santo António, que irão promover o património material e imaterial pastoril da Beira Interior, com conversas, oficinas, apontamentos musicais, mostras de artesanato e produtos da terra, atividades infantis, entre outras.

Irá realizar-se, no Terreiro de Santo António, em Alpedrinha, a 6ª Exposição Canina Especializada de Cães de Proteção, às 15.00h, a 4ª edição de provas práticas de pastoreio e a 2ª Exposição Canina Especializada de Cães de Condução, às 20.00h, o que promoverá a correlação das vertentes funcional e morfológica deste tipo de cão.

Exposição Canina Especializada de Cães de Proteção, Chocalhos 2017

Exposição Canina Especializada de Cães de Proteção, Chocalhos 2017

5 Locais a Visitar na Região Centro de Portugal

Estes são 5 dos inúmeros Locais a Visitar na Região Centro do País. Há muitos mais, e todos com a mesma qualidade, fica no entanto a nossa sugestão para 5 dias de visita ao Centro de Portugal.

Dia 1

Peniche e o Arquipélago das Berlengas

O Arquipélago das Berlengas localiza-se a cerca de 6 milhas de Peniche e é Reserva Natural da Biosfera da UNESCO desde 2011.  É formado pelas ilhas Berlenga , Estelas e Farilhões.

O Forte de São João Baptista das Berlengas, ou Fortaleza das Berlengas é o ex-libris e vale a pena ser visitado. Quer pelo valor arquitectónico quer pelo valor histórico e pelo papel que desempenhou na linha defensiva da costa portuguesa.

Forte de São João Baptista - Locais a Visitar na Região Centro do País

Forte de São João Baptista – Locais a Visitar na Região Centro do País – ruralea.com

Em Peniche descubra as magnifica praias que por lá existem. Difícil vai ser escolher entre a Praia do Porto de Areia Sul, Praia da Cova de Alfarroba, Praia da Gamboa, Praia de Peniche de Cima, Praia do Baleal Campismo, Praia do Baleal Sul, Praia do Baleal Norte, Praia do Medão / Supertubos, Praia da Consolação, Praia de São Bernardino e Praia do Molhe Leste.

Se sobrar algum tempo neste primeiro dia e, antes da hora de jantar, visite o Museu da Renda de Bilros de Peniche e descubra este precioso artesanato.

Dia 2

Óbidos e Lagoa de Óbidos

A menos de meia hora de distância, cerca de 25km, encontra “a lindíssima vila de Óbidos, de casas brancas enfeitadas com buganvílias e madressilvas”. Óbidos é uma das mais pitorescas vilas do País.

Se lhe apetecer fazer mais um pouco de praia, e se o tempo assim permitir, visite a Lagoa de Óbidos. Por aqui pode praticar algumas actividades aquáticas desportivas ao longo de todo o ano:  Vela, Windsurf, Canoagem, Remo, Kiteboard, Jetski, Ski náutico e Stand Up Paddleboarding.

Caso queira ocupar o tempo de outra forma, diriga-se à Vila. Ver-se-há envolvido num deslumbrante ambiente medieval. A entrada faz-se, como em tempos antigos, pela porta sul (de Santa Maria), embelezada pelos azulejos do séc. XVIII.

Óbidos está envolvida pelas muralhas medievais e no interior pode encontrar o castelo mouro (hoje uma pousada) reconstruído por D. Dinis, a Igreja Matriz de Santa Maria e a linda capela de São Martinho. Fora das muralhas encontra a Igreja do Senhor da Pedra.

Óbidos - Locais a Visitar na Região Centro do País

Óbidos – Locais a Visitar na Região Centro do País – Wiki

Dependendo da época da visita pode participar no Festival de Música Antiga (em Outubro), no Festival Internacional do Chocolate (Março). No Natal, Óbidos transforma-se na Vila Natal.

Dia 3

Coimbra do Fado e dos Estudantes

É com alguma dificuldade que me restrinjo à Cidade de Coimbra neste 3º dia de viagem pelos Locais a Visitar na Região Centro de Portugal. A oferta é tão rica e tão variada que é quase sacrilégio não referenciar por exemplo a Figueira da Foz ou o Mosteiro de Seiça no Concelho de Coimbra. Mas vamos lá…

Em Coimbra encontrará uma parte importante da História de Portugal. Foi a Capital do País até 1255 (antes de Lisboa).

A Universidade de Coimbra é a mais antiga de Portugal e uma das mais antigas do mundo, é Património Mundial da Unesco. Desfrute do espírito académico durante a visita à universidade e aprecie o património arquitectónico. Faça o Circuito Turístico da Universidade de Coimbra .

Relativamente próximo da Universidade vai encontrar a Sé Velha e o Jardim Botânico, um espaço verde com mais de 13ha no coração da cidade de Coimbra, uma iniciativa do Marquês de Pombal.

Vá da Alta de Coimbra até à Baixa da Cidade descendo o Quebra Costas, a simbólica escadaria que liga o Arco da Almedina ao largo da Sé-Velha. Diriga-se ao Parque Verde do Mondego, descanse numa das enumeras esplanadas e  aprecie o Rio Mondego, tantas vezes cantados pelos poetas portugueses.

Se levar os seus filhos visite o “Portugal dos Pequenitos”, se não, visite à mesma… Vai-se sentir genuinamente feliz neste imaginário infantil, onde os grandes monumentos nacionais se encontram replicados em miniaturas.

Arranje tempo para visitar: Aqueduto de S. Sebastião, Arco de Almedina, Carmelo de Santa Teresa, Colégio de Santo Agostinho, Colégio de São Tomás, Fonte Nova, Igreja da Nossa Senhora do Carmo, Igreja de Santa Cruz – Panteão Nacional, Igreja de Santa Justa, Igreja de Santo António dos Olivais, Igreja de São Bartolomeu, Igreja de São Tiago, Igreja do Colégio da Graça, Igreja do Colégio de São Pedro, Igreja do Salvador, Mosteiro de Celas, Mosteiro de Santa Clara-a-Nova, Mosteiro de Santa Clara-a-Velha, Palácio de Sub-Ripas, Pátio da Inquisição, Sé Nova, Seminário Maior, Torre de Almedina e Torre de Anto.

À noite relaxe numa das tabernas da Baixa de Coimbra.

Dia 4

Piódão, a Aldeia Presépio

Apesar do acesso ao Piódão ser um pouco difícil a recompensa é enorme.

Aldeia Histórica do Piódão

Aldeia Histórica do Piódão – Visit Arganil

À chegada somos brindados com uma vista panorâmica lindíssima sobre a aldeia. As casas em xisto, dispostas quase como num anfiteatro meticulosamente planeado, com os telhados de lousa negra e as janelas e portas pintadas de azul, conferem ao Piódão a sua originalidade e unicidade.

Caminhe pela aldeia, que integra a Rede de Aldeias Históricas de Portugal, e desfrute da paisagem, do ar puro e do património arquitectónico que por lá vai encontrar.

Dia 5

A Covilhã e a Serra da Estrela

Para finalizar o nosso trajecto de 5 dias nada como repousar na Serra da Estrela. Aqui a qualidade do ar é única e as paisagens são deslumbrantes.

Pela Covilhã vai encontrar uma oferta gastronómica variada e de qualidade. Aproveite para adquirir alguns dos produtos endógenos que por aqui são comercializados.

Nos últimos anos a Covilhã tem sido noticia pela arte urbana. Aproveite para fazer o circuito pela cidade e apreciar as obras de arte que por lá têm sido criadas. O WOOL, Festival de Arte Urbana da Covilhã tem já provas dadas nesta área.

Arte Urbana da Covilhã

Arte Urbana da Covilhã – CM Covilhã

Se é adepto do turismo de natureza e de aventura então está no sítio certo.

Suba às Torre e desfrute da vista, estará no ponto mais alto de Portugal Continental.

 

Porto Santo! Ouro puro em pleno Atlântico.

Os parcos 42Km2 de superfície são compensados pela concentração de pequenas belezas que proporcionam a quem visita Porto Santo um sentimento de conforto e bem-estar.

Sem a exuberância paisagística nem o frenesim cultural da ilha da Madeira, à distância de cerca de 50 km, Porto Santo aposta na tranquilidade e no desacelerar do tempo. Ideal para férias em família ou para quem pretende apenas um tempo de descanso longe da rotina.

Levadas e Percursos Pedestres de Porto Santo

Porto Santo possuí dois percursos pedestres assinalados. O PS PR1 – Vereda do Pico Branco e Terra Chã e o PS PR2 – Vereda do Pico Castelo.

Porto Santo Golfe

Se é praticante de golfe saiba que Porto Santo possui desde Outubro de 2004 um campo de golfe, projetado por Severiano Ballesteros, que trouxe à ilha uma nova atração turística.

Porto Santo Golfe

Porto Santo Golfe

O campo prolonga-se entre a praia a Sul e as falésias a norte. Variedade paisagística que lhe confere grande beleza. Além do campo, o Club House do Porto Santo Golfe, integra 2 excelentes restaurantes, jacuzzi, sauna, entre outros serviços e infraestruturas.

Casa Colombo, Museu do Porto Santo

De entre os factos históricos mais relevantes da ilha, há a destacar a honra de ter sido habitada por Cristóvão Colombo, após o seu casamento com a filha de Bartolomeu Perestrelo, o primeiro Capitão-Donatário da ilha.

Casa Colombo, Museu do Porto Santo

Casa Colombo, Museu do Porto Santo

Foi durante esta estadia, numa casa que hoje é a Casa Museu, que o navegador preparou a viagem que o imortalizou aos olhos do mundo, a descoberta da América. Dos diversos objetos de grande interesse, como mapas, instrumentos de navegação e iluminuras, podemos apreciar também alguns objetos recolhidos do Galeão Slot ter Hooge que afundou na costa do Porto Santo no século XVII.

Ilhéu da Cal

O Ilhéu de Baixo ou da Cal separou-se da ilha principal,por fenómenos erosivos, há cerca de 12 mil anos. Nele podemos observar várias extensas galerias, de onde foram extraídas rochas calcárias, com cerca de 5 milhões de anos, que eram usadas para a indústria de fabrico da cal. No topo do ilhéu antigas construções de apoio a esta atividade transportam-nos para esse tempo.

 

Ilhéu da Cal ou Ilhéu de Baixo - Porto Santo

Ilhéu da Cal ou Ilhéu de Baixo – Porto Santo

Miradouro da Ponta da Calheta

A Ponta da Calheta, extremidade Sul da ilha, coincide com o extremo Oeste do extenso areal da Praia e encontra-se separada do Ilhéu de Baixo por um canal, com 400 metros de largura, o Boqueirão de Baixo. Daqui vislumbra-se os contornos rochosos da vizinha ilha da Madeira.
Miradouro da Ponta da Calheta

Miradouro da Ponta da Calheta

Camacha e Fonte da Areia

A Fonte da Areia foi, noutros tempos, a principal fonte de água doce da povoação da Camacha, localizada a norte da ilha. Dizem os populares que a água desta fonte tem poderes curativos, tendo sido no passado engarrafada e vendida.

É um local tranquilo para um desfrutar de um piquenique. Pode descer através de um trilho até à praia.

Fonte da Areia, Camacha

História de Porto Santo

A ilha de Porto Santo foi “descoberta” em 1418, curiosamente um ano antes da ilha da Madeira, pelos navegadores portugueses João Gonçalves Zarco e Tristão Vaz Teixeira.

João Gonçalves Zarco e Tristão Vaz Teixeira

João Gonçalves Zarco (esq.) e Tristão Vaz Teixeira (dir.)

Existem, no entanto, registos históricos que sugerem o facto de uma embarcação ter encontrado porto seguro nesta ilha, antes de 1418, depois de uma tempestade em alto mar. Acontecimento que terá dado à ilha o seu nome atual, “Porto Santo”.