Uma delícia chamada Portimão

Quando falamos em alguma região do Algarve, é óbvio que iremos falar de praia. No entanto, Portimão possui a particularidade de ser uma cidade bem composta quer a nível de serviços comércio e infraestruturas. Daí não nos debruçarmos, neste artigo, única e exclusivamente na areia e no mar.

Constituída por três freguesias (Alvor, Mexilhoeira Grande e Portimão), este recanto mais a oeste possui praias grandes, com areais extensos e ondas calmas. Por aqui está sempre garantido o bom tempo.

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Mas se eventualmente passar férias por cá, a diversidade cultural é enormíssima. Na época balnear e no restante tempo existem inúmeras exposições, teatro e diversas atividades no mercado municipal.

No que toca a nível desportivo existem as aulas temáticas disponibilizadas nas praias, as caminhadas e percursos naturais noturnos e diurnos, bem como os desportos aquáticos que estão inerentes à praia e ao mar.

Já nos serviços e no comércio poderá comprar o que necessita sem ter que sair da cidade, isto porque aqui tem dois centros comerciais, vários hipermercados, hospital, serviços administrativos, entre outros.

A nível de alojamento não nos vamos alongar muito, isto porque é tanta e tão variada a oferta que não são muito caros. Do mesmo modo falo-lhe da restauração, que é de boa qualidade, e em termos custo benefício são bastantes apetecíveis.

Outro ponto em que a oferta é enorme é na diversão noturna, com dezenas ou centenas de bares que por aqui irão  divertir-lo de forma contagiante e alegre. O que precisa mais de saber para marcar uns dias de férias por Portimão?! É realmente um aglomerado de coisas boas.

O castelo lisboeta das vistas inebriantes

Portugal está repleto de monumentos nacionais e emblemáticos da nossa cultura e tradição. São edifícios mais conservados, mais conhecidos e outros menos visitados. Edifícios como o Mosteiro dos Jerónimos ou a Nau dos Descobrimentos, que de uma maneira ou de outra todos nós já conhecemos. E agora pergunto-lhe, o Castelo de São Jorge, em Lisboa, já visitou?!

Bem no alto da zona nobre de Lisboa, impera uma fortificação, construída pelos muçulmanos por volta do século XI, e que após a conquista de Lisboa, em 25 de Outubro de 1147, serviu de albergue ao nosso primeiro rei, D. Afonso Henriques.

Para poder conhecer este local emblemático terá que se embrenhar nos hábitos e costumes lisboetas, por isso, iremos indicar-lhe uma das muitas formas de conhecer este sítio.

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Estacione o carro, e em plena baixa de Lisboa, apanhe o elétrico que o levará pelas ruas íngremes e sinuosas até ao alto da “colina”. Passará pela Sé Catedral de Lisboa, que merece uma visita, mas deixe isso para a descida, ou para o final da sua visita.

O elétrico não o deixará mesmo à porta do castelo, o que requer que suba mais um pouco a pé até ao destino final. Esta não é de todos uma má opção, isto porque, assim conseguirá ir até ao Miradouro da luz, um local romântico, com uma paisagem repleta de luz e beleza. Após essa breve paragem, siga caminho pelas ruas estreitas,  enfeitadas pelas casas muito características lisboetas. Ao chegar ao alto de Lisboa, às portas do Castelo de São Jorge, terá que aguardar para retirar o seu bilhete de entrada (que ronda os 8.50€). Digo aguardar porque normalmente o local tem bastantes turistas e visitantes.

Depois da entrada vá direto ao miradouro, vai ficar boquiaberto com tamanha beleza! Irá encontrar uma Lisboa cheia de luz, encantadora, limpa, enorme e fascinante. A imagem que ficará na retina é avassaladora!

Após conquistado o seu coração, poderá conhecer os vestígios do Antigo Paço Real de Alcáçova, o local arqueológico, o castelo e o castelejo.

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Aqui poderá ficar a conhecer um pouco da história de Lisboa, através de visitas guiadas, ou a fascinar-se com as visitas à Câmara Escura. Aproveite para passear pelos jardins e locais com vistas, fazer uma pausa no café do Castelo ou simplesmente deixar-se encantar por um pôr do sol naquele lugar mágico.

Quando decidir ir-se embora, desça a pé, e já agora opte por um caminho diferente pelo que subiu. Conheça alguns recantos emblemáticos, como Alfama, o reconhecido teatro circense Chapitô, ou a Sé de Lisboa. Ficará apaixonado com a sua visita.

Região beirã é elite no turismo de saúde

O turismo de saúde está associado à atividade médica, no entanto a vertente de bem-estar da pessoa e a versão turística está cada vez mais na moda.

O foco é sempre a saúde, mas o cuidado com o corpo e a mente é cada vez mais uma preocupação dos portugueses. Muita gente procura este género de turismo fora do país, como é o casa da Tailândia, a Índia ou até o Brasil. No entanto, Portugal é riquíssimo nesta área medicinal. Alguns dos casos mais notórios são os distritos de Castelo Branco e da Guarda.

Em Castelo Branco encontra as Termas de Monfortinho e o H2otel Congress & Spa. Já no distrito da Guarda a oferta é mais alargada, existindo cinco locais de destaque. As Termas de Longroiva e as Termas do Cró, complexos termais de luxo. Mas no mesmo distrito encontra ainda as Termas Caldas da Cavaca, as de Fonte Santa (Almeida) ou o Inatel em Manteigas.

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Todas as unidade termais localizam-se em locais tranquilos e aprazíveis, com contacto direto com a natureza, o que facilita o bem-estar quer físico quer mental. Quase todas a unidades dispõem para além dos serviços terapêuticos, unidades hoteleiras e serviços associados ao mesmo (como é o caso dos restaurantes, bares, etc…) para que a sua estada seja calma e relaxante.

As sete termas indicadas possuem a vertente estética, mas o lado médico não é descorado, existindo serviços como o termalismo clássico, a hidroterapia, imersões, a vapor ou na área das vias respiratórias.

Já não necessita de viajar para outro país ou outro continente. O nosso pequeno Portugal está apetrechado de maravilhas que ainda muitos desconhecem. Neste locais encontrará a paz de espírito que tanto procura.

 

Vila Real está mais apaixonante

A facilidade com que se atravessa o Marão cria o pretexto para mais visitas à cidade. Vila Real não é propriamente uma metrópole, mas sofreu nos últimos anos um desenvolvimento significativo. Por lá encontrará um bonito casario erigido entre rios, o Corgo e o Cabril.

Cidade com muita vida notruna, muito devido aos estudante universitários que animam a cidade em tempo de aulas. Tanto a cidade como o distrito possui um interesse turístico bastante alargado, isto porque aqui destacam-se as rotas do Vinho do Porto, integrante do Rio Douro que é um Património Natural belíssimo. A cidade de Vila Real ostenta ainda um variadíssimo património edificado como é o caso da igrejas e museus.

No que toca à gastronomia, Vila Real é riquíssima, quer na pastelaria quer nos pratos. Da última vez que por lá ficamos conhecemos o restaurante “Terras de Montanha”, um espaço muito típico e que se situa mesmo no centro da cidade.  Aqui o espaço é decorado com pipas gigantes, que servem de mesa para as refeições. Muito original…. Na oferta gastronómica, essa aí ainda é mais original e variada. Sem dúvida um espaço para voltar.

terras de montanha

Outro local que gostaríamos de regressar é o Hotel Quinta do Paço. A uns escassos 4KM do centro da cidade, a quinta rural, toda ela remodelada oferece-lhe conforto e requinte. Aqui também poderá jantar ou almoçar, no seu restaurante também muito concorrido e agradável. O restaurante é certificado em carne maronesa, um dos pratos típicos de Vila Real.

Poderia falar-lhe em ir ao Peso da Régua pelas estradas vinhateiras, poderia falar-lhe de Sabrosa ou de Chaves, mas o melhor é deslocar-se até Vila Real e deliciar-se com cada momento e cada recanto , e descobrir por si próprio!

Peso da Régua

Matosinhos da variedade gastronómica

De uma forma ou de outra todos nós já ouvimos falar de Matosinhos. Quer pelas praias, pelas gentes ou por outras atividades. Mas agora sobre os seus restaurantes raramente ouvimos falar. Eu não quero estar a enganá-lo, mas Matosinhos será provavelmente o local em Portugal onde existem mais restaurantes por metro quadrado. É impressionante. Conhece Matosinhos?! Então imagine duas avenidas grandes, com várias transversais e perpendiculares, todas elas com restaurantes! Parece-lhe pouco, mas para conseguir ter o reconhecimento fidedigno, imagine uma rua com 100 metros e nessa rua estreita encontra no mínimo três restaurantes. Pois é, é esta a verdade!

E o mais engraçado ou chamemos-lhe mais peculiar é o facto de cada espaço possuir à porta ou se quiser na rua, assadores para grelharem todo o peixe e carne na hora e à frente do cliente.

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Quando chegar a Matosinhos é logo envolvido pelos apetitosos cheiros que os grelhados emanam. Aqui encontra do mais singelo restaurante ao mais sofisticado e luxuoso. Se estiver com tempo e quiser aproveitar dê uma volta pela lota de Leixões, onde poderá comprar peixe mais barato, e acadinho de pescar. Ali será atendido pelas verdadeiras “peixeiras” do norte.

Os mariscos são um marco na cozinha matosinhense, quer em pratos simples, grelhados ou na cataplana. Mas sem dúvida alguma, o ex-libris gastronómico de Matosinhos é a açorda e o arroz de marisco! Se estiver interessado ainda lhe indico uns locais onde se deliciar com estas iguarias…